Os pombos, os corvos, as gaivotas que saltitam de prédio em prédio, no meio dos carros, das pessoas e nas pracetas.
As estátuas, grandes, pequenas, modernas, surgindo em qulquer canto, qualquer rua ou jardim. Divertidas, insólitas, dinâmicas, são uma surpresa e uma alegria para os olhos e o espírito!
Esta 1ª, no centro comercial do campus da faculdade, fazia a delícia da pequenada, que se punha às cavalitas das tartarugas e tomava banho, literalmente! O porco está no mercado e o engraçado é que há pegadas em bronze por todo o lado e, em cada uma, o nome dos comerciantes.
E termino com umas imagens doces, que fizeram as minhas delícias. De todas as sobremesas estas duas primeiras foram, sem sombra de dúvida as melhores e curiosamente do mesmo restaurante «Tango». A de chocolate chama-se "Diablo" e a outra" Delícia de três leites e coco", eram de comer e chorar por mais! A terceira foto só a coloco aqui porque foi espectacular. As taças vieram para a mesa, os empregdos deitaram água no gelo e, de repente, foi como se estivessemos suspensos nas nuvens, toda a mesa desapareceu. Foi bonito mas não passava de uma bola de gelado com um morango e uma bolachinha!
terça-feira, 12 de maio de 2009
CURIOSIDADES
Para terminar as minhas crónicas de viagem, não podia deixar de partilhar com todos, alguns apontamentos divertidos e curiosos, em imagens.
domingo, 10 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
PUBLIC MARKET
Uma das coisas que desde sempre adoro fazer, é visitar mercados. Não me lembro de viagem nenhuma que tenha feito, que não fosse ao mercado, feira ou coisa no género, lá do sítio. Acho que a cultura de um povo, a sua maneira de estar e viver, passa pela comida, pelos produtos alimentares que consome e pela forma como os apresenta!
Assim sendo, não poderia deixar de ir ver um dos sítios mais emblemáticos da cidade de Seattle, o Public Market.
Desde manhã cedo até às 18h, este mercado pulula de gente que vende, de gente que compra e de turistas que fotografam. É impossível deixar de o fazer. Situado no downtown, perto do mar, além dos produtos usuais de qualquer mercado ainda apresenta uma série de lojinhas alternativas de artesanato, produtos naturais, arte e vidro.Depois o verdadeiro espectáculo é a forma como tudo é apresentado com gosto. Cliquem para aumentar e apreciem!
Assim sendo, não poderia deixar de ir ver um dos sítios mais emblemáticos da cidade de Seattle, o Public Market.
Desde manhã cedo até às 18h, este mercado pulula de gente que vende, de gente que compra e de turistas que fotografam. É impossível deixar de o fazer. Situado no downtown, perto do mar, além dos produtos usuais de qualquer mercado ainda apresenta uma série de lojinhas alternativas de artesanato, produtos naturais, arte e vidro.Depois o verdadeiro espectáculo é a forma como tudo é apresentado com gosto. Cliquem para aumentar e apreciem!
Os ramos de flores apresentam cores maravilhosas e tão bem combinadas que dá vontade de os comprar todos!
Os legumes e as frutas parecem soldadinhos alinhados na parada, meticulosamente arrumados, esplendorosos no seu colorido e variedade. Até as ervilhas de grão estão arrumadinhas. Olhem só para a variedade de cogumelos e , pasmem, ao lado direito trufas frescas ... no mercado!
Palavras para quê ? Pastas de todos os feitios, mariscos de fazer crescer água na boca, maçãs com todo o tipo de coberturas e o peixe fresquinho, que numa cena já retratada em vários filmes,depois de escolhido pelo cliente, voa das mãos do empregado, atirado para o colega atrás do balcão, acompanhado de sonoro grito, para ser pesado e cortado, prontinho a cozinhar e um batalhão de turistas de máquina na mão a fotografarem ( eu também).
Numa das pontas do mercado fica um largo, com dois altos totens, uma paisagem maravilhosa ( olhem as montanhas nevadas ao fundo), onde toda a gente descontrai, come, descansa e apanha sol.
Numa rua mais à frente descobri uma casa de chás.Foi uma das experiências mais saborosas da visita à zona do mercado. Dois simpáticos chineses indicaram-nos umas cadeiras para nos sentarmos e, num ritual do chá que só tinha visto em filme, foram fazendo e dando-nos a provar numas tacinhas, uma variedade enorme, consoante aquilo que iamos ou não gostando: ginseng, flôr de rosas, jasmim, verde; estes são os que eu aprendi, os outros passaram-me ao lado mas eram deliciosos e como estava calor souberam muito bem. Ao mesmo tempo iam dizendo as propriedades de cada um e como se devia fazer. O que está no copo alto é uma bola de chá que depois de escaldada e coberta segunda vez com água a ferver, abre e larga aquela flôr em forma de fita que sobe rapidamente. Comprei uma data de chás e eles ofereceram-me uma destas bolas.
E para terminar esta longa postagem...
Outra das minhas paixões são os trapinhos, como o nome do blog indica. Por isso não podia deixar de visitar uma casa de patchwork e quilting já que estava na terra deles. Imaginam-me , não?... Parecia um gato numa peixaria. Andava encantada! Pudesse eu, e trazia um carregamento de tudo, ehehehe!
quarta-feira, 6 de maio de 2009
VANCOUVER
Como disse anteriormente, o facto de estar tão perto do Canadá, tentou-me a dar uma escapadela e ir também conhecer Vancouver. Como gosto pouco de voar e muito menos em voos domésticos, meti-me no comboio e fiz uma viagem espantosa através de paisagens de calendário, que me deixaram literalmente colada aos vidros, de câmara na mão e olhos cheios.
Guardarei para sempre gravada a imagem de montanhas nevadas quase debruçadas sobre o mar calmo e sem ondas, quintas e celeiros mirando-se em espelhos de água, ilhas surgindo do nada no meio das nuvens, pontes de ferro de outros tempos adormecidas no meio das águas, o próprio comboio suspenso numa tão estreita língua de terra que, o que se via, era apenas água de um lado e de outro! Era a paisagem transformada em pura poesia!
Tirei tantas fotos…deixo aqui apenas algumas que se apreciam melhor se fizerem um clic e as aumentarem.
Guardarei para sempre gravada a imagem de montanhas nevadas quase debruçadas sobre o mar calmo e sem ondas, quintas e celeiros mirando-se em espelhos de água, ilhas surgindo do nada no meio das nuvens, pontes de ferro de outros tempos adormecidas no meio das águas, o próprio comboio suspenso numa tão estreita língua de terra que, o que se via, era apenas água de um lado e de outro! Era a paisagem transformada em pura poesia!
Tirei tantas fotos…deixo aqui apenas algumas que se apreciam melhor se fizerem um clic e as aumentarem.
Vancouver surgiu assim aos poucos, revelando-se a cada curva da linha até surgirem os prédios altos característicos de todas estas cidades da América do Norte. A cidade é linda!
As casas bordeiam o mar, crescem em altura e em vidros no downtown, dirigem-se em pequenos prédios para o interior e crescem em vivendas pelas encostas das montanhas altíssimas, polvilhadas de neve brilhante nos cumes e onde a cidade se aninha .
É uma paisagem fantástica!
As casas bordeiam o mar, crescem em altura e em vidros no downtown, dirigem-se em pequenos prédios para o interior e crescem em vivendas pelas encostas das montanhas altíssimas, polvilhadas de neve brilhante nos cumes e onde a cidade se aninha .
É uma paisagem fantástica!
A zona de comércio cheia de casas de grandes marcas está cheia de gente às compras e de executivos dos escritórios, dos grandes prédios espelhados. Belos carros cruzam as estradas e ruas. Na zona marginal multiplicam-se os restaurantes, esplanadas, pequenos prédios e vivendas de luxo, há praias e “calçadão” onde muitos jovens de skate, patins ou bicicletas circulam.
Tal como nas cidades americanas, aqui o culto pelos jardins e os arranjos florais em cada esquina de rua ou praceta é constante. O Stanley Park é uma extensão de vários hectares, junto ao mar e o parque da cidade onde lagos, pequenas casas tipo austríacas, e canteiros espantosos de variedades cromáticas contrastantes, deliciam os habitantes e turistas.
Carregar em "veja todas as imagens" dá uma visão normal das fotos
A cidade está em movimento, em obras, a alindar-se para receber os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010. O Canadá foi aquilo que eu esperava mas…
Não posso porém deixar de dizer que fiquei desagradavelmente surpreendida com o aspecto pobre e triste de muitas pessoas com que me cruzei, na parte velha da cidade, do aspecto magro, macilento e miserável de outros tantos deitados na rua, encostados aos prédios, aproveitando o sol e calor maravilhoso que se fazia sentir. Vi traficarem droga nos limítrofes de China Town. Vi homens e mulheres novos, sem abrigo, sujos e desmazelados, vi outros completamente alucinados de olhos perdidos a “curtirem”, vi dois ou três a drogarem-se. Tudo em pleno dia em zonas de movimento e turismo. Não esperava ver isso no Canadá!
Nos E.U.A. vêem-se muitos sem abrigo, que trazem as suas mochilas às costas, pedem às vezes, mas não se metem com ninguém e não têm, nem de longe, o ar perdido destes.
terça-feira, 5 de maio de 2009
BREAKFAST IN AMERICA
Em Seattle, fiquei instalada no hotel Hyatt Olive 8, inaugurado apenas há três meses, com uma decoração moderna, com empregados novos e atenciosos e com uns pequenos almoços fabulosos, pedidos à lista e feitos por um chef impecável. As minhas manhãs começavam desta maneira:
Chiken scalop with two eggs and Rosemary patotes
Claro que a seguir tinhamos que andar bastante para queimar tanta caloria. No entanto, é este tipo de alimentação que sinto que é a correcta para mim, com que o meu organismo se sente bem. Começar o dia comendo não em quantidade mas em variedade e reduzir ao longo do dia. Infelizmente o corre-corre matinal às sete da manhã, não dá para estes devaneios. Por incrível que pareça não engordei nem um quilo...! O organismo alimentado como deve ser, não armazena o que não precisa.
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