segunda-feira, 22 de agosto de 2016

SAMODE

Safari de jeep através da cordilheira de Aravalli, com visita às aldeias e almoço num belo palácio.
Lá bem no alto, o templo do Deus macaco, com mais de mil degraus estreitinhos, monte acima, só para quem não tinha pecados ou precisava de purificar muitos.
Por todo o lado macacos, muitos...









Muitos destes palácios onde almoçamos, que visitamos, são ainda propriedade dos marajás, dos grandes senhores e alguns ainda habitados pelos mesmos, mas que se encontram parcialmente transformados em hotéis, museus, restaurantes, spas, etc, como forma de angariar dinheiro para os manter. 
Fabulosa a colecção de carros antigos, nas garagens abertas, num dos pátios do palácio!


domingo, 21 de agosto de 2016

AMBER

Adorei  Amber.
Avistar as muralhas e o palácio no cimo do monte, aproximarmo-nos e entrar nas ruelas cheias de movimento, as casas de comércio, os vendedores de rua e os elefantes...



Os elefantes enormes, espantosos, muitos... À nossa espera...
Bom, foi uma emoção subir para o palanque que trazem às costas e iniciar a subida para o palácio.Para além de termos que nos habituar aos balanços nas costas do animal, que parecem querer atirar connosco a cada passo, havia ainda o facto de que a subida era feita pelo lado esquerdo do caminho, já que os que desciam vinham pelo lado direito, e desse lado havia um muro alto. Pois, só que em cima dos elefantes ficávamos mais altos do que o muro e do outro lado era um precipício exactamente com se vê aqui. 


Não é agradável ter os pés a balançar no vazio, o rapaz que conduzia o elefante só se ria e, para completar a aventura, o elefante tinha tomado banho havia pouco, naquele lago, e de vez em quando borrifava-nos com os restos que tinha na tromba.
A partir do meio do caminho, depois de uma curva, já do lado de dentro as coisas melhoraram e pude aproveitar o passeio.
Lá em cima, o palácio das mil e uma noites.









sábado, 20 de agosto de 2016

JAIPUR

Jaipur fica no Rajastão que é o maior estado da Índia e pareceu-me dos mais ricos.


Encontrei aqui toda a variedade e maravilhas que esperamos da Índia. Os palácios das " mil e uma noites", os elefantes, camelos, o colorido, os cheiros fortes das especiarias.
Jaipur é uma cidade de largas avenidas, cheias de movimento como toda a Índia, mas arejada e de belos edifícios.




Templo Lakshmi-Narayan Mandir


A cidade cor de rosa, zona antiga da cidade, é património mundial. O palácio dos ventos, com as suas janelas em forma de favos de mel, onde as mulheres do palácio podiam observar o movimento das ruas sem serem vistas.




Passeio de rickshaw pela zona comercial e bazares.



O observatório onde se faziam já cálculos muito precisos do tempo.


Uma das muitas coloridas e ruidosas manifestações religiosas que vi, transportando a água sagrada do Ganges.





O palácio de Jaipur, onde vive o actual marajá, naquela parte branca do palácio, e que não está aberta ao público. Tem 18 anos e no momento encontrava-se a estudar em Londres.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

FATEHPUR SIKRI

A caminho de Jaipur, visitei Fatehpur Sikri fundada no séc. XVI por Akbar, foi capital mongol durante 14 anos até ser abandonada por falta de água.
É impressionante a beleza dos palácios, em pedra vermelha trabalhada, a amplidão dos espaços, a serenidade que lá se respira, a mistura de estilo hindu e islâmico.









quinta-feira, 18 de agosto de 2016

AGRA

O caminho de Delhi para Agra foi agradável, através de vastos campos planos de arrozais e algumas árvores, pontuados aqui e além de coloridos saris de mulheres agachadas a tratar dos campos.
Uma paisagem refrescante e serena.
Só quando houve uma paragem "técnica" e saí do autocarro, com um belo ar condicionado, é que percebi o engano ao ser envolvida pelo calor húmido e sufocante. 
Como devia ser difícil trabalhar no campo, naquelas condições!


Agra pareceu-me uma cidade relativamente pequena e suja, muito suja, mas como encerrava a maior joia nem me importava, o entusiasmo pela esperada visita ao Taj Mahal, fazia minorar o resto.



Fortaleza de Agra que encerra palácios atrás de palácios para onde se vai subindo.




O palácio mais alto onde Itmad e a sua amada esposa conceberam os seus 14 filhos. Depois de ela ter morrido e ele ter construído o Taj Mahal, um dos filhos encerrou-o neste palácio para o impedir de construir a réplica em mármore negro, na outra margem, para ele próprio. E durante sete anos suspirou por ela vendo o mausoléu da janela.


Entramos no Tal Mahal transportados em carruagens puxadas por cavalos.






O por do sol e o cair da noite entre os minaretes, em frente ao rio e aos jardins, foi mágico. 


À saída, uma linda menina indiana, Aicha, e a família orgulhosa. Os indianos gostam de fotografar e ser fotografados.