sábado, 20 de agosto de 2016

JAIPUR

Jaipur fica no Rajastão que é o maior estado da Índia e pareceu-me dos mais ricos.


Encontrei aqui toda a variedade e maravilhas que esperamos da Índia. Os palácios das " mil e uma noites", os elefantes, camelos, o colorido, os cheiros fortes das especiarias.
Jaipur é uma cidade de largas avenidas, cheias de movimento como toda a Índia, mas arejada e de belos edifícios.




Templo Lakshmi-Narayan Mandir


A cidade cor de rosa, zona antiga da cidade, é património mundial. O palácio dos ventos, com as suas janelas em forma de favos de mel, onde as mulheres do palácio podiam observar o movimento das ruas sem serem vistas.




Passeio de rickshaw pela zona comercial e bazares.



O observatório onde se faziam já cálculos muito precisos do tempo.


Uma das muitas coloridas e ruidosas manifestações religiosas que vi, transportando a água sagrada do Ganges.





O palácio de Jaipur, onde vive o actual marajá, naquela parte branca do palácio, e que não está aberta ao público. Tem 18 anos e no momento encontrava-se a estudar em Londres.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

FATEHPUR SIKRI

A caminho de Jaipur, visitei Fatehpur Sikri fundada no séc. XVI por Akbar, foi capital mongol durante 14 anos até ser abandonada por falta de água.
É impressionante a beleza dos palácios, em pedra vermelha trabalhada, a amplidão dos espaços, a serenidade que lá se respira, a mistura de estilo hindu e islâmico.









quinta-feira, 18 de agosto de 2016

AGRA

O caminho de Delhi para Agra foi agradável, através de vastos campos planos de arrozais e algumas árvores, pontuados aqui e além de coloridos saris de mulheres agachadas a tratar dos campos.
Uma paisagem refrescante e serena.
Só quando houve uma paragem "técnica" e saí do autocarro, com um belo ar condicionado, é que percebi o engano ao ser envolvida pelo calor húmido e sufocante. 
Como devia ser difícil trabalhar no campo, naquelas condições!


Agra pareceu-me uma cidade relativamente pequena e suja, muito suja, mas como encerrava a maior joia nem me importava, o entusiasmo pela esperada visita ao Taj Mahal, fazia minorar o resto.



Fortaleza de Agra que encerra palácios atrás de palácios para onde se vai subindo.




O palácio mais alto onde Itmad e a sua amada esposa conceberam os seus 14 filhos. Depois de ela ter morrido e ele ter construído o Taj Mahal, um dos filhos encerrou-o neste palácio para o impedir de construir a réplica em mármore negro, na outra margem, para ele próprio. E durante sete anos suspirou por ela vendo o mausoléu da janela.


Entramos no Tal Mahal transportados em carruagens puxadas por cavalos.






O por do sol e o cair da noite entre os minaretes, em frente ao rio e aos jardins, foi mágico. 


À saída, uma linda menina indiana, Aicha, e a família orgulhosa. Os indianos gostam de fotografar e ser fotografados.


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

DELHI

Já regressei da Índia.
Viagem maravilhosa, cheia de imagens fortes, inesquecíveis.
Aliás regressei fisicamente porque psiquicamente ainda estou lá, até em sonhos, a dormir.
Tento processar e assimilar tudo o que vi, vivi, senti ... mas não é fácil.
Vou tentar partilhar aqui um pouco de tudo, talvez também me ajude a por as ideias em ordem.


Jama Masjid, a maior mesquita da Índia, 2ª do mundo


O caos organizado das ruas centrais de Delhi, reparem nas instalações eléctricas


Raj Ghat onde Mahatma Gandhi foi incinerado



Minarete Qutab Minar, 1368


O parlamento, Nova Delhi


A porta da Índia


A Nova Delhi


As ruas da velha Delhi


Gurudwara Bangla Sahib, templo Sikh


A lagoa sagrada " Sarovar", no templo


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

ATÉ JÁ...


De partida para uma viagem que, há já muito, faz parte do meu imaginário.
Espero poder mostrar, aqui, muitas fotos bonitas e partilhar algumas impressões.


sexta-feira, 29 de julho de 2016

FÉRIAS

A actualização das minhas leituras continua. 
À beira da água como convém porque com este calor não se pode estar em mais lado nenhum.
Entre um mergulho e outro, na piscina ou na praia, vou lendo o que não tive tempo ao longo do ano.




E para quem vê tantas boías na piscina e pensa que tenho crianças, não, não tenho crianças. 
As boías servem para pousar bandejas com bebidas, servem para apoio da cabeça, dentro e fora de água, para atirar uns aos outros, na brincadeira. 
Ontem estavam 40º neste termómetro, hoje passei mais cedo( 12h) e ainda só estavam 39º. Não me lembro de ter tanto calor aqui na quinta.


A "Volta" saiu de Viana e passou logo por aqui, não pude deixar de ir ver todos aqueles ciclistas, debaixo deste sol e temperatura, dar-lhes um pouco de incentivo. Ainda vinham frescos e rápidos, passaram num instante...


terça-feira, 26 de julho de 2016

SALADA DE LENTILHAS COM MOLHO DE MOSTARDA

Finalmente férias e com um calor que me faz lembrar a minha infância, em que o mês que passava mergulhada no verão transmontano, nos tirava a vontade de tudo menos o de ir para o rio todas as tardes.
Agora, apesar de me encontrar no verdejante Minho, os dias têm sido sufocantes e, embora não vá ao rio que passa aqui perto, tenho passado os dias mergulhada na piscina, literalmente.
Por isso apetece mais beber do que comer, para poder ir à água a toda a hora.
Hoje ao jantar fiz uma salada de lentilhas muito fresca e saborosa. 
Estive a ler numa revista ( sim, são férias, leio de tudo) que as leguminosas são prebióticos muito importantes, nutritivas com um elevado teor de proteínas de origem vegetal, hidratos de carbono complexos, fibras, vitaminas de complexo B, ferro e cálcio. 



Vai daí, farta de arroz e batatas, demolhei as lentilhas verdes 15 min. 
Escorri-as e levei-as a cozer em água com sal 15 min.
Passei-as por água fria e misturei-lhe tomates aos gomos, cebola às rodelas, alho picado, queijo mozzarella e hortelã bem picadinha. 
Temperei com um molho em que misturei até emulsionar, uma boa colher de mostarda com grão, azeite, sumo de meio limão, sal e pimenta. 
Muuuuuito boa!

sexta-feira, 8 de julho de 2016

BOLO REIKI

Este é mais um bolo, daqueles que eu gosto.
É rápido de fazer, sem complicações, fica saboroso e húmido.
Encontrei-o numa das minhas andanças pela net e já não sei a quem hei-de dar créditos.
Não lhe fiz cobertura e o bolo não ficou grande aspeto mas estava muito bom e isso é que importa.


Bolo  Reiki

·         4 maçãs raladas com casca
·         1 chávena (chá) de uvas passas (não usei porque não gosto muito)
·         1 chávena (chá) de nozes picadas
·         1  chávena (chá) de açúcar mascavo
·         1  chávena(chá) de açúcar branco
·          2 ovos
·         1/2  chávena (chá) de óleo
·         1 colher (chá) de bicarbonato
·         1 colher (chá) de fermento em pó
·         2 colheres (chá) de baunilha
·         2 colheres (chá) de canela em pó
·         1 pitada de sal
        2 chávena (chá) de farinha de trigo

 .        Misture todos os ingredientes, menos a farinha, sem bater.
      Por fim juntar a farinha e misturar, distribuir a massa em forma untada (de furo central) e assar em forno médio. Fiz em forma sem furo e ficou bom.


quarta-feira, 29 de junho de 2016

HIATO



Espraio o meu olhar por estes montes, pela profundidade deste céu, tantas e tantas vezes olhado, deixando-me envolver pelo calor do estio transmontano.
Gostava de ser indiferente a isto tudo mas ao meu encontro, em tropel, chegam-me os risos inocentes da minha infância, as férias de Verão com as primas, as "casinhas" e os "bolos de lama"... o despertar da adolescência, os bailaricos, os banhos no rio ... e como num filme, os pequenos dramas de uma juventude rebelde.

Sempre neguei ser transmontana. Não, eu nasci e vivi sempre no Porto.
E é verdade!
Mas esta terra esteve sempre, para o bem e para o mal,  entrelaçada na minha vida.
Qual Scarlett O'Hara, a minha « Tara!»...

Bate-me no peito uma saudade imensa, nem sei de quê, e qualquer coisa, inusitada em mim, rebenta no canto do olho.
A solidão abraça-me de mansinho e o calor aperta.
Lá no alto um milhafre grita-me « Livre!». Observo-o a pairar por cima de mim, na imensidão. « Sempre quiseste a liberdade», acena-me ele.
Tanto Satre, tanto Nietzsche, tanto «Escuta Zé Ninguém»...

Mas consegui-a?
E as amarras dos afetos?
Essas amarras que mantemos e as que se quebraram ao longo de tanto caminho percorrido, de tantos atalhos rejeitados, de outros tantos escolhidos, espinhosos ou floridos?
Que é feito de tantas vidas que, brevemente ou não, se cruzaram com a minha?
Sobem-me aos lábios murmúrios agradecidos por, naquele determinado momento e não noutro, terem feito parte da que fui e assim tornarem possível esta que sou...

" So long, it was so long ago / But I've still got the blues for you".


segunda-feira, 27 de junho de 2016

HUMMINGBIRD CAKE

Hoje vou apenas fazer um upgrade deste bolo que eu acho excelente.
Já o fiz várias vezes e é sempre um sucesso. 
Desta vez apliquei-me mais no aspecto exterior e não podia deixar de colocar nova fotografia pois, quando publiquei a receita aqui, a foto e o aspecto não eram muito convidativos a que alguém se resolvesse a experimentá-lo.
Tentem-se que vão gostar!


sábado, 25 de junho de 2016

EU GOSTO É DO VERÃO...

No fim de semana passado, o domingo foi dia de saída com a confraria. O local visitado, o trilho dos moinhos em Oliveira de Azeméis, foi muito bem escolhido pois, com tanto calor, a proximidade da água e as sombras do parque souberam muito bem.Até houve direito a uma cerveja artesanal e tudo!


Moinhos e fornos tradicionais, não são novidade para mim. Mas é bom ver preservados os nosso costumes antigos, nem que seja só como atracção turística. O pão acabadinho de fazer, quentinho e rústico, assim como a bola doce, souberam mesmo bem.


Depois, ao fim da tarde, ainda houve tempo para inaugurar a época balnear, cá na quinta. A água ainda estava fresquinha e só com muita boa vontade, de esconjurar o Inverno prolongado com toda a chuva e vento que nos roubou a Primavera, é que mergulhamos.

Mas valeu a pena porque parece que o bom tempo veio para ficar. Este fim de semana o calor está bom demais, passei  o dia a entrar e a sair da água, houve mojitos  e leitura" à bord de l'eau". 



Ah, que bom que é o sabor a Verão, o descanso e a boa vida...



sexta-feira, 10 de junho de 2016

BOLACHAS DE LIMÃO E ALECRIM

Não há nada como um feriado ensolarado para nos levantar o ânimo e dar vontade de ir para a cozinha experimentar coisas novas.
Deram-me a provar umas bolachinhas, das compradas, muito saborosas, de limão e alecrim. Resolvi logo que quando tivesse tempo iria experimentar a versão caseira.
Aqui estão elas, sem desiludir, são simples de fazer e muito gostosas.
Provavelmente, na próxima vez vou aumentar a dose de alecrim e de limão. 
Atenção que não são muito doces, tal como eu gosto.


BOLACHAS DE LIMÃO E ALECRIM

250gr de manteiga sem sal
3/4 de chávena de açúcar
3/4 de c.chá de sal
1 c.s. de alecrim fresco muito picadinho
raspa de um limão
1 ovo
2 e 1/2 chávena de farinha

Bater a manteiga à temperatura ambiente com o açúcar.
Juntar o alecrim, a raspa de limão e o sal e continuar a bater até ficar esbranquiçada.
Juntar o ovo e bater.
Juntar a farinha e bater só até ficar bem misturada.
Colocar a mistura numa folha de papel vegetal e formar um rolo de 4 cm de diâmetro, fechar e levar ao frigorífico no mínimo uma hora.


Abrir o papel vegetal, cortar em fatias bem fininhas, colocar num tabuleiro e levar ao forno pré-aquecido a 190º, durante 15 min.