domingo, 21 de agosto de 2016

AMBER

Adorei  Amber.
Avistar as muralhas e o palácio no cimo do monte, aproximarmo-nos e entrar nas ruelas cheias de movimento, as casas de comércio, os vendedores de rua e os elefantes...



Os elefantes enormes, espantosos, muitos... À nossa espera...
Bom, foi uma emoção subir para o palanque que trazem às costas e iniciar a subida para o palácio.Para além de termos que nos habituar aos balanços nas costas do animal, que parecem querer atirar connosco a cada passo, havia ainda o facto de que a subida era feita pelo lado esquerdo do caminho, já que os que desciam vinham pelo lado direito, e desse lado havia um muro alto. Pois, só que em cima dos elefantes ficávamos mais altos do que o muro e do outro lado era um precipício exactamente com se vê aqui. 


Não é agradável ter os pés a balançar no vazio, o rapaz que conduzia o elefante só se ria e, para completar a aventura, o elefante tinha tomado banho havia pouco, naquele lago, e de vez em quando borrifava-nos com os restos que tinha na tromba.
A partir do meio do caminho, depois de uma curva, já do lado de dentro as coisas melhoraram e pude aproveitar o passeio.
Lá em cima, o palácio das mil e uma noites.









sábado, 20 de agosto de 2016

JAIPUR

Jaipur fica no Rajastão que é o maior estado da Índia e pareceu-me dos mais ricos.


Encontrei aqui toda a variedade e maravilhas que esperamos da Índia. Os palácios das " mil e uma noites", os elefantes, camelos, o colorido, os cheiros fortes das especiarias.
Jaipur é uma cidade de largas avenidas, cheias de movimento como toda a Índia, mas arejada e de belos edifícios.




Templo Lakshmi-Narayan Mandir


A cidade cor de rosa, zona antiga da cidade, é património mundial. O palácio dos ventos, com as suas janelas em forma de favos de mel, onde as mulheres do palácio podiam observar o movimento das ruas sem serem vistas.




Passeio de rickshaw pela zona comercial e bazares.



O observatório onde se faziam já cálculos muito precisos do tempo.


Uma das muitas coloridas e ruidosas manifestações religiosas que vi, transportando a água sagrada do Ganges.





O palácio de Jaipur, onde vive o actual marajá, naquela parte branca do palácio, e que não está aberta ao público. Tem 18 anos e no momento encontrava-se a estudar em Londres.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

FATEHPUR SIKRI

A caminho de Jaipur, visitei Fatehpur Sikri fundada no séc. XVI por Akbar, foi capital mongol durante 14 anos até ser abandonada por falta de água.
É impressionante a beleza dos palácios, em pedra vermelha trabalhada, a amplidão dos espaços, a serenidade que lá se respira, a mistura de estilo hindu e islâmico.









quinta-feira, 18 de agosto de 2016

AGRA

O caminho de Delhi para Agra foi agradável, através de vastos campos planos de arrozais e algumas árvores, pontuados aqui e além de coloridos saris de mulheres agachadas a tratar dos campos.
Uma paisagem refrescante e serena.
Só quando houve uma paragem "técnica" e saí do autocarro, com um belo ar condicionado, é que percebi o engano ao ser envolvida pelo calor húmido e sufocante. 
Como devia ser difícil trabalhar no campo, naquelas condições!


Agra pareceu-me uma cidade relativamente pequena e suja, muito suja, mas como encerrava a maior joia nem me importava, o entusiasmo pela esperada visita ao Taj Mahal, fazia minorar o resto.



Fortaleza de Agra que encerra palácios atrás de palácios para onde se vai subindo.




O palácio mais alto onde Itmad e a sua amada esposa conceberam os seus 14 filhos. Depois de ela ter morrido e ele ter construído o Taj Mahal, um dos filhos encerrou-o neste palácio para o impedir de construir a réplica em mármore negro, na outra margem, para ele próprio. E durante sete anos suspirou por ela vendo o mausoléu da janela.


Entramos no Tal Mahal transportados em carruagens puxadas por cavalos.






O por do sol e o cair da noite entre os minaretes, em frente ao rio e aos jardins, foi mágico. 


À saída, uma linda menina indiana, Aicha, e a família orgulhosa. Os indianos gostam de fotografar e ser fotografados.


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

DELHI

Já regressei da Índia.
Viagem maravilhosa, cheia de imagens fortes, inesquecíveis.
Aliás regressei fisicamente porque psiquicamente ainda estou lá, até em sonhos, a dormir.
Tento processar e assimilar tudo o que vi, vivi, senti ... mas não é fácil.
Vou tentar partilhar aqui um pouco de tudo, talvez também me ajude a por as ideias em ordem.


Jama Masjid, a maior mesquita da Índia, 2ª do mundo


O caos organizado das ruas centrais de Delhi, reparem nas instalações eléctricas


Raj Ghat onde Mahatma Gandhi foi incinerado



Minarete Qutab Minar, 1368


O parlamento, Nova Delhi


A porta da Índia


A Nova Delhi


As ruas da velha Delhi


Gurudwara Bangla Sahib, templo Sikh


A lagoa sagrada " Sarovar", no templo


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

ATÉ JÁ...


De partida para uma viagem que, há já muito, faz parte do meu imaginário.
Espero poder mostrar, aqui, muitas fotos bonitas e partilhar algumas impressões.