terça-feira, 25 de junho de 2013

GRAVLAX E MOJITOS

Não há nada melhor do que bebidas fresquinhas e comida light para petiscar em torno de uma mesa, agora que finalmente chegou o calor.
Se a isso juntarmos amigos, sabe ainda melhor e a conversa dura até às tantas!



As receitas podem ser vistas aqui e aqui, pois já as publiquei há uns tempos. Vale mesmo a pena experimentá-las porque, para quem aprecia o género, são muito saborosas.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

NOVA CORRIDA...

NOVA VIAGEM!
O ritual do S. João no Porto só fica completo com a corrida dos barcos rabelos que, consoante as marés e os ventos, se realiza ou de manhã ou de tarde.
Este ano foi de tarde.
E é uma animação ver as margens cheias de gente, as velas e as embarcações a colorirem o rio, e o que menos importa é quem ganha!







domingo, 23 de junho de 2013

S. JOÃO

Um ano se passou e mais uma vez chegou a noite mais longa e mais louca da cidade do Porto.
Este ano fiz a cascata com os santinhos todos. Festejei o Santo António, nos 75 anos da Paróquia das Antas, festejo o S. João agora e tenho uma vista privilegiada para o S. Pedro da Afurada. 
Além disso, uma amiga fez e ofereceu-me este manjerico tão lindo, com quadra e tudo, que me vai alegrar ao longo dos anos!


E como não podia deixar de ser, não podia faltar a bela sardinha assada, vinda diretamente da Cantareira, e assada com uma bela paisagem de fundo. 
Por toda a zona é um nevoeiro, do fumo dos assadores das redondezas, e um perfume a sardinha assada, que abre o apetite.


A seguir, martelinhos e alho porro, bailaricos, balões e fogueira...all night long!

terça-feira, 18 de junho de 2013

UPGRADE

Aqui estou eu D.Sancho, o Brincalhão, num breve momento de pausa, a roer um osso que desencantei por aí, a olhar a paisagem e a fazer de conta que não ouço os chamamentos da dona que quer a todo o risco que olhe para ela, só para tirar uma foto de frente e mostrar a todos as franjas que me tapam os olhos.
Ela até anda com ideias de me comprar uma mola pró cabelo, diz que não devo ver bem. Ela que julga? Puffff, macho que é macho não usa dessas coisas!
Ah, mas já viram como eu estou grande e bonito?


domingo, 16 de junho de 2013

ESTÁ UM TEMPO CHALADO!

O tempo voa a uma velocidade espantosa! 
Ainda ontem era Abril e já estamos a meio de Junho.
As aulas já acabaram, as férias vêm aí...
Onde anda o Verão, o calor de que temos estado à espera? 
Esta falta de Primavera, a ausência de dias solarengos e quentes faz com que não nos apercebamos de que o tempo passa inexoravelmente.
A natureza, essa, vai cumprindo ciclos como pode, um pouco mais atrasada ou não.
Chegou o tempo das framboesas...


A alfazema, tanto a roxa como a branca, está linda e perfumadíssima...


Os zangões namoram-na e não a largam, até eu a cortar, está visto.


E nós, para enganarmos esta vontade de dias quentes e a falta de uns mergulhos na piscina, vamos bebendo umas caipirinhas, "para fazer de conta"...


segunda-feira, 10 de junho de 2013

OVOS VERDES

Hoje em dia os restaurantes "rebentam" em cada esquina como cogumelos seja nas cidade, vilas, aldeias ou estradas deste país
Antigamente era bem diferente e de cada vez que se ia à praia, passeava no campo, fazia uma viagem ou se ia a uma romaria, era necessário levar uma merenda, merendeiro aqui no Minho. 
A logística, planificação e execução de uma refeição destas, para a família inteira, era coisa para demorar vários dias e envolver as mulheres todas lá de casa.
Comê-la era outra aventura pois implicava procurar uma fonte fresquinha, para matar a sede e por o vinho a refrescar, um campo relvado para estender a toalha e instalar a gente toda. 
E depois, não havia pressa, dava para brincar, dormir uma sesta ou simplesmente explorar as redondezas.

                                                                                                                                   imagem retirada do google

Lembro-me tão bem das viagens para Trás-os-Montes que duravam um dia inteiro, das fontes do Marão onde sempre parávamos e almoçávamos.
Que é feito dessas fontes da beira das estradas?
Será que estamos tão pobres que não possamos fazer análise às águas e mantê-las a enfeitar os nossos caminhos e a matar a nossa sede?Ou estaremos assim tão ricos que só bebamos água engarrafada?
Mas falo de tudo isto porque a minha avó incluía sempre nas merendas, os ovos verdes e eu, hoje, fiz ovos verdes e, por coincidência, há 20 anos que a minha avó morreu.


A receita podem vê-la aqui.

domingo, 9 de junho de 2013

CACHORROS

Óh pra mim tão lindinho, fofinho e assustado!
Foi o meu primeiro contacto com estes humanos, que me deram um round de ternura que me deixou meio marado. Até me sujei todo...


Sou filho da Rasteirinha, meio irmão (sou de outra ninhada) do Sancho aqui, e da mesma geração deste que é meu primo.

sábado, 1 de junho de 2013

SOPA DE FAVAS E HORTELÃ

Há um restaurante muito discreto, perdido numa aldeia minhota, fora das rotas turísticas ou do trânsito, onde se come divinalmente e cuja especialidade é caça.
Eu e o meu marido comemos lá muitas vezes, a caminho da quinta ou de regresso ao Porto. Na quarta feira jantámos lá e, como já era um pouco tarde, alinhamos nuns petiscos e terminamos numa sopa.
Óh que maravilha de sopa! Tão boa que tive que a experimentar cá em casa. Ainda por cima trazia  todos os ingredientes, colhidos fresquinhos, na minha horta.
Não vou colocar quantidades porque depende da panela e da quantidade de água que usarem. Deve ficar uma espécie de creme.

SOPA DE FAVAS, ERVILHAS E HORTELÃ

Numa panela de água coloquei duas batatas grandes, um bom punhado de favas sem casca nem camisa, dois talos de aipo ( com alho francês também deve resultar bem), uma cenoura grande, sal e azeite q.b.
Num Chinês, coloquei uma mão cheia de favas, outra de ervilhas e um bocado de bacon (ou presunto), para cozerem ao mesmo tempo.
Depois de tudo cozido, retirei o chinês e reservei, passei tudo o que estava na panela com a varinha mágica.
Juntei as favas e as ervilhas do chinês ao resto da sopa, assim como o bacon cortado em pedacinhos e um raminho de hortelã.



Huuuuuuuummmmmmmmm! Que cheirinho e que sabor! Experimentem!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

CARIL VEGETARIANO COM PANEER

Gosto muito de caril, embora se coma poucas vezes cá em casa, já que o meu marido não é muito apreciador.
Apesar disso, não resisti e, inspirada numas receitas e noutras, inventei um caril vegetariano para a minha filha e fiz outro de carne para nós.

CARIL  VEGETARIANO

Numa frigideira coloquei azeite, sementes de sésamo, alho e deixei fritar um pouco. 
Adicionei duas colheres de chá de graam massala, uma colher de caril, uma pitada de açafrão e polpa de tomate.  
Juntei os vegetais: grão de bico, courgete partida aos pedacinhos, pimento italiano vermelho às rodelas, ervilhas congeladas, espinafres às tiras e sal.


Deixei saltear um pouco e envolver bem no molho, acrescentei leite de coco, tapei e deixei cozinhar até os legumes estarem tenros.
No final, rectifiquei os temperos, polvilhei com coentros frescos e hortelã picados.
Coloquei duas ou três colheres de iogurte natural aqui e ali.
Servi com paneer frito colocado em cima.


QUEIJO INDIANO PANEER


Fervi um litro de leite gordo, retirei do lume, juntei meio copo de vinagre branco, deixei repousar cinco minutos até coalhar.
Deixei-o escorrer num passador coberto de musselina, espremi-o e levei o coalho ao frigorífico até arrefecer.
Cortei-o às tiras e fritei-o em azeite com um dente de alho e uma malagueta.


sábado, 25 de maio de 2013

YIN YANG

There's a new guy in town!


É o que me apetece dizer deste cachorrinho tão fofinho que tem feito as nossas alegrias há dois fins de semana.
Tão diferente da mãe que nem parece filho dela. Mas deve sair ao pai que nós nem conhecemos!
A mãe, zelosa têm-no bem tratado, gordo e limpinho que até dá gosto. Ele, apesar de tão novinho, já rosna e ensaia umas ladradelas.
Agora andamos a pensar em nomes...


terça-feira, 21 de maio de 2013

PINTURA

Há catorze anos que não pegava nos pincéis.
Porquê?
Não sei se foi falta de inspiração,se preguiça, se por precisar de óculos para ver ao perto não me apetecia...
O que é certo é que passaram catorze anos a dizer para mim mesma que tinha que recomeçar a pintar e a adiar, é hoje, é amanhã. 
E o tempo voou...como voa sempre que somos felizes, ou não, como voa sempre que andamos demasiado ocupados, a correr, no trabalho para o qual julgamos que somos imprescindíveis, ou simplesmente noutros passatempos de que também gostamos.
Custou-me recomeçar. 
Destreinada de pegar numa paleta, de segurar os pincéis, de misturar cores, lá fui reencontrando em mim, algo adormecido e o resultado está aí.É mais um estudo do que um quadro.
A ver vamos se o próximo quadro surge mais rápido!


sábado, 18 de maio de 2013

PATÊ DE BERINGELA

Ando sempre à procura de novas receitas e alternativas para aperitivos e entradas que a minha filha possa gostar, uma vez que é vegetariana.
Tinha já visto e comido este patê e andava com vontade de o experimentar, aproveitei agora a ocasião, num jantarinho de família. Ficou excelente e ela gostou imenso.

Patê de Beringela

 2 beringelas 
um fio de azeite 
oregãos a gosto 
2 dentes de alho picados 

 Com um garfo, furei as beringelas, levei-as ao forno baixo e assei-as por 30 minutos. 
 Após esse tempo, retirei temperei com sal e deixei arrefecer 10 minutos. 
Cortei as beringelas aos bocados juntei o alho e passei com a varinha mágica. 
Coloquei numa tigela, temperei com o azeite e os oregãos e mexi bem até obter um patê. 
Servi com tostas.


quinta-feira, 16 de maio de 2013

CAÇÃO NO FORNO

Passei pelo supermercado e vi numa das prateleiras aqueles novos pacotinhos de tempero para peixe que vêm com um saquinho de folha de alumínio, parecidos com os que há para carne.
 Depois de observar bem o sistema e os temperos vi que não valia a pena comprar, que me desculpem as empresas que as comercializam pela anti-publicidade, pois temos todos os ingredientes em casa. 
Assim, mal tive um peixinho fresco para cozinhar, resolvi fazer a experiência. Cortei folha de alumínio suficiente para cobrir a assadeira e depois o peixe e fiz uma cama de cebola às rodelas e pimento italiano vermelho onde coloquei o cação às postas. Depois espalhei por cima mais pimento, sal,pimenta, uma pitada de colorau, raspa e sumo de limão, cebolinho e estragão picado acabado de colhe na horta.Reguei com um fio de azeite.


Cobri com o resto de alumínio, enrolei bem os bordos para não sair o vapor e levei ao forno médio, durante 20 min. 
Tcharammmm! 
Abri com cuidado e servi com batata cozida e salada. Estava muitíssimo saboroso!


sábado, 11 de maio de 2013

RIOS DE ÁGUA

Hoje só me vinham à memória as palavras da Marguerite Duras, quando num dos seus romances,  O Amante, descreve os dias de infância passados no Mécongue e se lavava a casa com sabão amarelo e baldadas de água, de janelas e portas abertas, com ela, os móveis e o piano da mãe de pés mergulhados na água que escorria para a rua. 
Tenho uma imagem fortíssima da descrição desta cena e até consigo, tal como ela, sentir, o cheiro a lavado que emanava de tudo.
Pois é, hoje cá na quinta, a Cecília e a Margarida lavaram à mangueirada tudo o que lhes passou pela frente: carpetes, janelas e gelosias, pátios e portas, cozinha, quartos e piscina. 
De pés descalços, o riso fácil, com sol a bailar por entre todas, o merujar do vento nos eucaliptos do monte em frente, os rios de água a cantarem pelas escadas de granito, tornaram o trabalho numa festa.
Não usaram sabão amarelo porque não havia, mas tudo escorria água e cheirava a lavado.
O sol ajudou a que tudo secasse depressa e a que soubesse bem andar na água.
Há dias cheirosos e limpos, assim!

Até o Porto venceu o Benfica, limpinho!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

BABETE

Já tinha visto, várias vezes, este modelo de babete em revistas japonesas e em vários blogs e sempre me apeteceu experimentar fazê-la, mas como não havia um bom pretexto para a fazer (leia-se bébés conhecidos), fui sempre adiando.
Eis que, agora, surgiu o pretexto e zás, meti mãos à obra, em meia hora estava pronta.


O modelo e o tutorial  estão aqui.
Experimentem.

terça-feira, 7 de maio de 2013

XAILES

A partir do segundo ou terceiro xaile/cachecol, torna-se absolutamente viciante fazê-los.
Apanhamos-lhe o jeito, descodificamos mais rapidamente os esquemas. 
Tornamo-nos mais ousadas em tentar outros pontos, outras rendas.
Queremos testar novas combinações de cores ou simplesmente aproveitar os restos dos que já fizemos.
Rendi-me ao encanto dos xailes!




A lã continua a ser Holst Garn, que me sobrou de alguns outros xailes já aqui mostrados.

 A técnica continua a ser a mesma; montar cinco pontos, na segunda volta fazer uma malha, laçada, uma malha, colocar o marcador, malha central, marcador, fazer uma malha, laçada, outra malha.
Nas voltas pares, em tricot, só se dá laçada nas pontas do xaile, antes da última malha. Nas voltas impares, em meia, dá-se laçada nas pontas sempre depois da primeira malha e antes da última do outro lado mas também na zona central, antes do marcador e depois do marcador.

Depois é só alternar as cores escolhidas de duas em duas voltas.
A renda do remate do xaile, neste caso, é mais estreita do que a mostrada aqui.
Neste usei o esquema aqui em baixo mas tricotei também umas missangas cinzentas prateadas, não tantas como as que estão assinaladas no esquema com os quadrados brancos.
Ficou muito giro!