Adoro o seu ar antigo, os jardins escondidos, as suas arcadas, as fontes pintadas, os montes nevados a toda a volta, os relógios, os seus brasões, os reclames em ferro forjado pintado, o seu ar cosmopolita ao pé da estação e nas casas comerciais adjacentes, contrastando com a solidão das ruas paralelas onde se arrancam ecos nas pedras e casas ancestrais.
Fabulosa!
Ou será que a poesia da cidade vem de sabermos que por baixo de nós está toda a riqueza do mundo, ali mesmo onde os velhotes jogam ?