É linda a minha cidade!
Sempre.
Algumas vezes consegue ser mais linda ainda!
Fico deslumbrada com alguns flashs que surgem, inadvertidamente, ao virar de uma esquina, ao fundo de uma rua e que ainda me conseguem surpreender e encantar.
É a fachada de um prédio, uma estátua escondida, uns azulejos esquecidos, um chafariz abandonado ... Às vezes, quando deparo com estes tesouros, ilumina-se-me a alma e dou comigo tal como uma criança de olhos esbugalhados e feliz a quem deram um chupa-chupa.
Hoje ao vir da Foz pela rua da Católica cheguei aos semáforos e ... caiu-me o cansaço, diluiram-se os problemas, alegrou-se-me o coração quando uma lua enorme me entrou pelos olhos.
Num céu de lusco fusco azul anilado, com as luzes a acenderem-se, timidamente, nas fachadas dos prédios e nas ruas, aquela lua enorme erguendo-se dos telhados da cidade, ali ao fundo da rua, ao alcance da mão, tão perto de mim, era como uma promessa não sei bem de quê, mas de alegria e felicidade que senti imediatas. De bom tempo e de melhores dias certamente...
Corri para casa na ânsia de registar, ainda, aquele espectáculo, com a máquina que ficara esquecida na secretária. Não está uma boa foto e a lua já vai alta e longe. Mas dá-vos uma pálida ideia do que eu vi!
Sempre.
Algumas vezes consegue ser mais linda ainda!
Fico deslumbrada com alguns flashs que surgem, inadvertidamente, ao virar de uma esquina, ao fundo de uma rua e que ainda me conseguem surpreender e encantar.
É a fachada de um prédio, uma estátua escondida, uns azulejos esquecidos, um chafariz abandonado ... Às vezes, quando deparo com estes tesouros, ilumina-se-me a alma e dou comigo tal como uma criança de olhos esbugalhados e feliz a quem deram um chupa-chupa.
Hoje ao vir da Foz pela rua da Católica cheguei aos semáforos e ... caiu-me o cansaço, diluiram-se os problemas, alegrou-se-me o coração quando uma lua enorme me entrou pelos olhos.
Num céu de lusco fusco azul anilado, com as luzes a acenderem-se, timidamente, nas fachadas dos prédios e nas ruas, aquela lua enorme erguendo-se dos telhados da cidade, ali ao fundo da rua, ao alcance da mão, tão perto de mim, era como uma promessa não sei bem de quê, mas de alegria e felicidade que senti imediatas. De bom tempo e de melhores dias certamente...
Corri para casa na ânsia de registar, ainda, aquele espectáculo, com a máquina que ficara esquecida na secretária. Não está uma boa foto e a lua já vai alta e longe. Mas dá-vos uma pálida ideia do que eu vi!