Hoje é 13 de Maio, dia de Nossa Senhora de Fátima.O mais importante Santuário Mariano do mundo.
Fátima não é um dogma de fé.
Ou se acredita nela ou não.
Mas num tempo em que a fé não está na moda e em que é quase vergonha assumir que se é crente, Fátima impõe-se como um pólo galvanizador das atenções.
Milhares de pessoas deslocaram-se de todo o mundo para estarem lá, este ano com o Papa, mas quando ele não está, vão na mesma.
E Fátima é, hoje, mil corações que batem ao mesmo ritmo, um diapasão afinado que vibra a mesma nota, uma Fé gigante de milhares de partículas, um gerador de milhares de volts de energia positiva e renovável, uma Super-nova que atrai todos os corpos,... um enorme Mistério.
Um mistério tão grande que toca até os menos crentes, os cépticos, os intelectuais de esquerda ou de direita, os ateus, os agnósticos e até os imbecis.
Toca-os das mais diversas formas: sensibilizando-os, calando-os, exacerbando-lhes os ânimos e as palavras,a rudeza e a boçalidade, levantando polémicas, despertando-lhes a curiosidade.
Aquela fé não os deixa indiferentes.
Bate-lhes à porta.
Claro que eles são livres de abrir a porta ou não.
Eu sou uma mulher de fé.
Sempre fui.
E apesar das vicissitudes e revezes da vida, eles ainda reforçaram mais a minha fé.
Não gosto de fazer alarde das milhas emoções, a minha fé vivo-a de forma íntima.
Mas hoje senti necessidade de dizer estas palavras.
Talvez porque o meu segundo nome é Fátima?
Necessidade de ser activa nestes tempos difíceis?
Depois,... o 13 de Maio é o dia de anos da minha filhota linda!
Há 28 anos, também estava cá o Papa, eu recebia nos meus braços a bébézoca mais linda que passou pela Maternidade Júlio Dinis.
Hoje é uma mulher!
Parece a Branca de Neve com repinhas, de grandes olhos castanhos expressivos, corpo miúdo e elegante.
De personalidade forte, é lutadora, leal, meiga, teimosa, alegre, sensível, idealista, sonhadora...
É a minha melhor companheira e cúmplice!
Muitos, muitos parabéns, que a vida te sorria sempre por muitos e felizes anos!




