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terça-feira, 5 de outubro de 2010

FILMES

Hoje Ontem,4 de Outubro,fui ao cinema ver « Comer, orar e amar».
É uma história simples, como tantas outras, nada de intelectualismos, coisas profundas ou transcendentais mas que está muito bem contada. 
Amores, desamores, divórcio, novo amor, muito mais novo para esquecer o antigo, insatisfação, infelicidade, vazio levam a Júlia Roberts a partir em busca de Deus, da felicidade, de si própria. História banal, tantas vezes contada como provavelmente vivida.


O que é giro é a facilidade com que ela se instala nos países para onde vai , as imagens dos locais por onde passa e são os laços que, a partir daqui, ela vai criando com quem se cruza.
As lições a tirar são fáceis e inócuas, a moral simples e assimilável. 
No fim invejamos-lhe aqueles amigos e a ternura daquele Filipe.
Vê-se muitíssimo bem e saímos do cinema com uma vontade enorme de partir, não importa muito para onde, se para Roma, Índia, Bali ou simplesmente partir de nós mesmas em busca de consolo para aquela insatisfação que se encontra latente no fundo de todas as mulheres em geral.