É uma história simples, como tantas outras, nada de intelectualismos, coisas profundas ou transcendentais mas que está muito bem contada.
Amores, desamores, divórcio, novo amor, muito mais novo para esquecer o antigo, insatisfação, infelicidade, vazio levam a Júlia Roberts a partir em busca de Deus, da felicidade, de si própria. História banal, tantas vezes contada como provavelmente vivida.
O que é giro é a facilidade com que ela se instala nos países para onde vai , as imagens dos locais por onde passa e são os laços que, a partir daqui, ela vai criando com quem se cruza.
As lições a tirar são fáceis e inócuas, a moral simples e assimilável.
No fim invejamos-lhe aqueles amigos e a ternura daquele Filipe.


