segunda-feira, 26 de agosto de 2013

AINDA MARROCOS

Alguns dos aspectos arquitectónicos que fui apanhando aqui e ali, em várias cidades, e que me encantaram.

Mesquita Koutoubia em Marrakech

 Bairro Judeu em Fez


Mesquita deFez


Lago Agdal, reservatório de água construído por Moulay Ismail para irrigar os jardins e hortas, no centro de Meknès e depósito de água da almedina.

 Celeiro e cavalariças, edificado por Moulay Ismail em Meknés

Mausoléu de Mohammed V em Rabat

 Mesquita Hassan, que pretendia ser a maior do mundo e cuja construção parou em 1199


Casablanca

Mesquita Hassan II, Casablanca, exterior e interior



Sala das abluções


 Hamam


Cisterna portuguesa em El Jadida

Bairro português, El Jadida

 Forte, El Jadida

Palácio dos prazeres, Maarakech

domingo, 25 de agosto de 2013

MARISCO ASSADO

Esta receita seduziu-me pelo belo aspecto da foto e estava na dúvida se ficaria assim tão apelativo na realidade. 
Acho que foi uma boa aposta pois, ao vivo, ainda é mais bonito além de saboroso.
É uma receita da Nigella, rápida e com ar de festa, boa para receber amigos pois deixa-nos livres para conviver enquanto se cozinha sózinho.


750 gr de batatas
8 dentes de alho com casca
2 cebolas vermelhas pequenas
4 c-sopa de azeite
350 gr de amêijoas
6 a 8 lulas pequenas
575 gr de camarão
3 c.sopa de vermute
sal e salsa picada a gosto

Pré-aquecer o forno a 220ºC. Cortam-se as batatas lavadas e com casca, às rodelas e depois aos quartos, deitando-se numa assadeira grande, com os alhos inteiros.
Cortam-se as cebolas em pedaços de 1 cm e os limões também e juntam-se às batatas.
Rega-se com o azeite e tempera-se com sal e vai ao forno 1 h.
Depois disso junta-se o marisco e as lulas sobre as batatas e regam-se com mais 2 colheres de azeite e o vermute e volta ao forno por mais 15 min.
Polvilha-se com salsa e serve-se imediatamente.

sábado, 24 de agosto de 2013

SOUKS

São os mercados tradicionais marroquinos, espalhados pelas ruelas estreitinhas das medinas, às vezes tão estreitas que nem se podem cruzar 2 pessoas, em autênticos labirintos. Nas grandes cidades chegam a circular milhares de pessoas às compras, de tudo o que se pode imaginar, numa explosão de cores, cheiros (nem sempre agradáveis) e sons. 
Em Fez, é absolutamente impensável andar sozinho nestes souks, pois qualquer um se perde em três tempos.
É interessante que ninguém deve comprar pelo preço que lhe pedem, é quase um insulto não "marralhar" o preço seja do que for. Ficamos sempre com a sensação de que estamos a ser "levados", por muito quer consigamos baixar o preço, nunca temos a certeza de estar a fazer um bom negócio.












Estas quatro últimas são em El Jadida, antiga Mazagan, onde a presença portuguesa ainda está bem visível, na cisterna portuguesa e nas casas.





quinta-feira, 22 de agosto de 2013

ARTE II

Os tectos maravilhosos de palácios, mesquitas e mausoléus marroquinos fazem-nos andar literalmente de cabeça no ar, a apreciar o jogo de luz e sombras das clarabóias estrategicamente colocadas e das decorações fantásticas que exibem.








Este, em cima, é o tecto central da mesquita de Casablanca e, por incrível que pareça, abre ao meio deslizando e deixando o céu aberto sobre os fiéis.