Não é vulgar ver nevar na cidade do Porto.
Ontem pela terceira vez na minha vida, e olhem que já tenho uns anitos, vi nevar no Porto. Timidamente, é verdade, mas nevou.
Não cobriu o chão,nem telhados, não deu para agarrar,tocar mas proporcionou-me durante toda a manhã, um espectáculo encantador. Através das janelonas onde trabalho, às quais subi todos os estores, vi aquela folecazinha pairar no ar antes de se esborrachar derretida no alcatrão.
É espantosa a coincidência pois, no dia anterior, dizia eu para as minhas colegas a propósito de um enorme cartaz de Salzburgo debaixo de neve, que a embaixada da Áustria nos deu para uma palestra sobre Mozart, «Meninas, nem sei o que dava para estar ali neste momento!». Elas, na galhofa, só me diziam que era bem simples, bastava passar pela agência de viagens. E eu tentava explicar-lhes que não se tratava de um fim de semana ou assim. Há uns tempos que andava a sentir uma vontade enorme de passar 2 a 3 meses num sítio qualquer com neve e, isso, era impossível.
Pimba!
Já que eu não podia ir, veio a neve até mim!
Vim bem cedo para a quinta, não fossem as estradas ficarem com neve, na esperança de hoje acordar com tudo branquinho. Isto,porque fartaram-se de anunciar que ia nevar, até em Lisboa.
Pois, acordei com tudo branquinho, acordei. Espantosamente branquinho!
Sobretudo se pensarmos que não se trata de neve mas sim gelo.
Deixo-vos imagens da minha quinta, hoje às 10h da manhã. Todas as folhas,ervinhas, pedras ou o que quer que fosse estava branco. A piscina parecia um ringue gelado. Estavam só -4ºC. Vamos ver amanhã...
Ontem pela terceira vez na minha vida, e olhem que já tenho uns anitos, vi nevar no Porto. Timidamente, é verdade, mas nevou.
Não cobriu o chão,nem telhados, não deu para agarrar,tocar mas proporcionou-me durante toda a manhã, um espectáculo encantador. Através das janelonas onde trabalho, às quais subi todos os estores, vi aquela folecazinha pairar no ar antes de se esborrachar derretida no alcatrão.
É espantosa a coincidência pois, no dia anterior, dizia eu para as minhas colegas a propósito de um enorme cartaz de Salzburgo debaixo de neve, que a embaixada da Áustria nos deu para uma palestra sobre Mozart, «Meninas, nem sei o que dava para estar ali neste momento!». Elas, na galhofa, só me diziam que era bem simples, bastava passar pela agência de viagens. E eu tentava explicar-lhes que não se tratava de um fim de semana ou assim. Há uns tempos que andava a sentir uma vontade enorme de passar 2 a 3 meses num sítio qualquer com neve e, isso, era impossível.
Pimba!
Já que eu não podia ir, veio a neve até mim!
Vim bem cedo para a quinta, não fossem as estradas ficarem com neve, na esperança de hoje acordar com tudo branquinho. Isto,porque fartaram-se de anunciar que ia nevar, até em Lisboa.
Pois, acordei com tudo branquinho, acordei. Espantosamente branquinho!
Sobretudo se pensarmos que não se trata de neve mas sim gelo.
Deixo-vos imagens da minha quinta, hoje às 10h da manhã. Todas as folhas,ervinhas, pedras ou o que quer que fosse estava branco. A piscina parecia um ringue gelado. Estavam só -4ºC. Vamos ver amanhã...