Oh como é duro recomeçar, largar a boa vida, o soninho até tarde, a despreocupação e entrar de novo na rotina!
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
E DEPOIS...
E depois, como não podia deixar de ser, os espectáculos.
Ir à Rússia e não ir assistir a nenhum espectáculo, seria imperdoável.
Portanto fomos ao ballet, às danças e folclore russo, ao circo.
As fotos são poucas porque, tirando as danças russas, era proibido recolher imagens.
Ir à Rússia e não ir assistir a nenhum espectáculo, seria imperdoável.
Portanto fomos ao ballet, às danças e folclore russo, ao circo.
As fotos são poucas porque, tirando as danças russas, era proibido recolher imagens.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
CISNES
Dizem que foi à beira deste lago que Tchaikovsky se inspirou para escrever « O lago dos cisnes».
No meio da cidade de Moscovo, num tour nocturno e depois de descer duma cosmopolita e barulhenta colina onde se juntavam os jovens da cidade, motards, universitários, rapers, bebendo tudo o que se pode imaginar e com uma vista lindíssima para a universidade de Moscovo e para o outro lado a cidade, esta visão serena do mosteiro masculino reflectindo-se nas águas, soube mesmo bem ao coração.
Qualquer um, aqui, se sentiria inspirado, mesmo a esta hora da noite, sem cisnes!
No meio da cidade de Moscovo, num tour nocturno e depois de descer duma cosmopolita e barulhenta colina onde se juntavam os jovens da cidade, motards, universitários, rapers, bebendo tudo o que se pode imaginar e com uma vista lindíssima para a universidade de Moscovo e para o outro lado a cidade, esta visão serena do mosteiro masculino reflectindo-se nas águas, soube mesmo bem ao coração.
Qualquer um, aqui, se sentiria inspirado, mesmo a esta hora da noite, sem cisnes!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
METRO
O metro de Moscovo é uma das visitas obrigatórias na cidade. Todos nós sabemos, teoricamente, que são lindíssimos, bem preservados e limpos. Sabemos, mas ver ao vivo é outra história.
Cada estação é um enorme salão, com decorações espectaculares e diferentes, com lindíssimos candeeiros, inclusivamente em cima da linha, o que nos faz questionar como é que não caiem depois de passarem tantas composições ao dia.
Depois de viajarmos de estação para estação e de nariz no ar, pasmarmos boquiabertos perante tantas maravilhas, ficamos deprimidos.
Imaginemos isto em Portugal.
E num flash visionamos tudo sujo, papeis, latas e garrafas pelo chão, grafittis , tags e objectos fálicos pintados nas paredes e candeeiros à "banda", partidos e de lâmpadas fundidas , atingidos pela pontaria dos engraçados que acham que as coisas publicas são para eles se divertirem e estragar.
Pois, cada povo tem o que merece!Depois de viajarmos de estação para estação e de nariz no ar, pasmarmos boquiabertos perante tantas maravilhas, ficamos deprimidos.
Imaginemos isto em Portugal.
E num flash visionamos tudo sujo, papeis, latas e garrafas pelo chão, grafittis , tags e objectos fálicos pintados nas paredes e candeeiros à "banda", partidos e de lâmpadas fundidas , atingidos pela pontaria dos engraçados que acham que as coisas publicas são para eles se divertirem e estragar.

terça-feira, 24 de agosto de 2010
MUSEUS E PALÁCIOS
Quando parti para a Rússia ia um pouco apreensiva. As notícias dos incêndios à volta de Moscovo e as imagens das pessoas com máscaras aconselhadas a ficar em casa, faziam-me temer que a viagem iria ser reduzida a metade e ficaria com as férias estragadas.
Tive sorte, muita sorte.Como viajei directa a S. Petersburgo, perto do mar Báltico, o tempo era bem agradável. Nas vésperas de viajar para Moscovo choveu durante a noite e durante o dia foi limpando. Assim, no dia seguinte, depois de 4 horas de viagem de comboio, através de uma paisagem bonita mas monótona de planícies e florestas, cheguei a Moscovo, quente mas sem fumo e com visibilidade.
Os corredores de hotel ainda cheiravam a fumo, entranhado nas alcatifas, imagino o que não deve ter sido.
Tive sorte, muita sorte.Como viajei directa a S. Petersburgo, perto do mar Báltico, o tempo era bem agradável. Nas vésperas de viajar para Moscovo choveu durante a noite e durante o dia foi limpando. Assim, no dia seguinte, depois de 4 horas de viagem de comboio, através de uma paisagem bonita mas monótona de planícies e florestas, cheguei a Moscovo, quente mas sem fumo e com visibilidade.
Os corredores de hotel ainda cheiravam a fumo, entranhado nas alcatifas, imagino o que não deve ter sido.
Como não podia deixar de ser visitei o Hermitage e o Museu do Kremlin.
Hermitage
Se no primeiro pude ver uma exposição temporária de Picasso, para além das obras constantemente expostas e que são belíssimas, foi realmente o segundo que mais me impressionou. Era proibido fotografar, em quase todos o sítios pagava-se uma taxa extra e podiam-se tirar fotos, mas aqui não.

Obras de arte no Hermitage
Dizia o guia que ali só estavam expostos 5% dos tesouros dos czares. Verdade ou não o que ali está é absolutamente espantoso em beleza, arte e riqueza.Evangelhos encadernados a ouro com dois mil diamantes e rubis, baixela de ouro e pedras preciosas, coroas de todos os feitios carregadas de pérolas ou diamantes, esmeraldas ou rubis. Até os cavalos bebiam por bacias de prata e os arreios eram de ouro, prata e pedras preciosas, muitas oferecidas de todas as partes do mundo. Indescritível! Compreendemos melhor que o povo gelado e faminto tinha mesmo que se revoltar perante o escândalo de tanta riqueza.
Ainda hoje choca ver o contraste entre este luxo e as casas de madeira velhas e degradadas, no campos, nos arredores de Moscovo
E os palácios? Para além de serem aos montões, eram liiiindos! Dois ou três de Inverno, dois ou três de Verão, mais uns tantos construídos de presente para os amantes, imaginam...?!
Ainda hoje choca ver o contraste entre este luxo e as casas de madeira velhas e degradadas, no campos, nos arredores de Moscovo
E os palácios? Para além de serem aos montões, eram liiiindos! Dois ou três de Inverno, dois ou três de Verão, mais uns tantos construídos de presente para os amantes, imaginam...?!
Palácio de Verão, arredores de S. Petersburgo, ao fundo o mar
Por todo o lado e a propósito de tudo dois nomes surgem: Pedro o Grande e Catarina a Grande ( só esta em amantes e palácios, bom ...), seguem-se mais dois muito ouvidos, Ivan o Terrível e Isabel. Dos Romanov só os mausuléus e a breve história da sua morte, dos outros czares nem falar.
Mausuléu dos Romanov, Capela de S.Pedro e S.Paulo,S. Petersburgo
domingo, 22 de agosto de 2010
CÚPULAS DOURADAS
... recortadas contra o céu azul, invariavelmente encimando catedrais e igrejas brancas ou vermelhas.
Agora percebo porque chamam muitas vezes a esta terra " Santa Rússia". É impressionante o número de igrejas ortodoxas que encontramos por todo o lado!
Agora percebo porque chamam muitas vezes a esta terra " Santa Rússia". É impressionante o número de igrejas ortodoxas que encontramos por todo o lado!
Deixo-vos aqui algumas das que visitei e apesar de parecerem, não são as mesmas. A dada altura perdi-lhes os nomes porque de tão parecidas por dentro e por fora, já ia na minha cabeça uma grande confusão e preferi apreciar-lhes só a beleza, já que não pretendia fazer nenhuma tese sobre elas. Aqui tudo o que reluz é mesmo ouro, calculem as toneladas, mas esperem até eu vos mostrar os interiores...
Em Sergiyey Posad, a 160 Km de Moscovo, onde se situa o Santuário do patrono da Rússia e onde se encontrava o Patriarca da Igreja Ortodoxa Russa, que suponho que seja aquele que benzia na foto em baixo, assisti (por acaso) à celebração da festa do mel. Gente de todo o lado levava mel, garrafas de um líquido amarelo com mel, para ser abençoado e visitavam o túmulo de S. Sergiyey.
No meio da multidão, à passagem da procissão, levei literalmente um banho, com a benção dada por este sacerdote que, com ar divertido, aspergia energicamente água benta, para todos os lados. Como estava um calor sufocante agradecemos a benção da água fresquinha, duas vezes!
De baixo daquela cúpula negra havia uma fonte de duas bicas, donde jorrava a água mais fresca que se pode imaginar e que as pessoas bebiam, molhavam as mãos e a cara e engarrafavam para levar para casa, por ser milagrosa.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
доброе утро
Regressei!
Meu Deus e como pareceu imenso o tempo que estive fora!
Tantas coisas que fiz, tantas coisas que vi, os dias pareciam ter o dobro do tempo que têm aqui.
Estou cansada, absolutamente estourada, gastei as pernas de tanto andar, os olhos de tanto ver, o cérebro de tanto tentar assimilar.
Preciso de férias para descansar das férias.
Mas foi bom, muito bom.
A Rússia é grandiosa, espectacular, monumental.
Tanta catedral, tanto palácio, tanto museu, tantos tesouros riquíssimos, tanta arte por todo o lado. Nunca tinha visto tanto ouro junto!
Surpreendeu-me em todos os aspectos. Superou as minhas expectativas.
Ah, e curioso, encontrei muito poucos vestígios da Revolução Socialista, tirando um outro símbolo esculpido na fachada de um prédio ou uma ou outra estátua ou busto de Lenine, diria que por ali não se passou nada de 1917 a 1991. Mesmo assim mais em Moscovo do que em S. Petersburgo.
Nota-se que fizeram um grande esforço para devolverem às cidades a grandiosidade dos Czares, investiram bastante em recuperar o que tinha sido destruído nessa época e hoje apostam fortemente no turismo e como dizia a nossa guia, vive-se o capitalismo desenfreado.
Foi pena termos vindo todos com problemas intestinais, apesar de só bebermos água de garrafa, e mais magros pois se nos primeiros dias a comida era uma novidade, depois já ninguém aguentava tanta salada onde o pepino imperava, tanto borsch ou outras sopas parecidas, tanto guisado de carne com legumes, em restaurantes típicos. No hotel, ao jantar, a comida, embora continental, é sempre a mesma. Mas como dizia um amigo come-se para viver e nós não fomos à Rússia para comer.
Quando estiver mais descansada e organizar as fotografias mostro mais do que vi.
Meu Deus e como pareceu imenso o tempo que estive fora!
Tantas coisas que fiz, tantas coisas que vi, os dias pareciam ter o dobro do tempo que têm aqui.
Estou cansada, absolutamente estourada, gastei as pernas de tanto andar, os olhos de tanto ver, o cérebro de tanto tentar assimilar.
Preciso de férias para descansar das férias.
Mas foi bom, muito bom.
A Rússia é grandiosa, espectacular, monumental.
Tanta catedral, tanto palácio, tanto museu, tantos tesouros riquíssimos, tanta arte por todo o lado. Nunca tinha visto tanto ouro junto!
Surpreendeu-me em todos os aspectos. Superou as minhas expectativas.
Ah, e curioso, encontrei muito poucos vestígios da Revolução Socialista, tirando um outro símbolo esculpido na fachada de um prédio ou uma ou outra estátua ou busto de Lenine, diria que por ali não se passou nada de 1917 a 1991. Mesmo assim mais em Moscovo do que em S. Petersburgo.
Nota-se que fizeram um grande esforço para devolverem às cidades a grandiosidade dos Czares, investiram bastante em recuperar o que tinha sido destruído nessa época e hoje apostam fortemente no turismo e como dizia a nossa guia, vive-se o capitalismo desenfreado.
Foi pena termos vindo todos com problemas intestinais, apesar de só bebermos água de garrafa, e mais magros pois se nos primeiros dias a comida era uma novidade, depois já ninguém aguentava tanta salada onde o pepino imperava, tanto borsch ou outras sopas parecidas, tanto guisado de carne com legumes, em restaurantes típicos. No hotel, ao jantar, a comida, embora continental, é sempre a mesma. Mas como dizia um amigo come-se para viver e nós não fomos à Rússia para comer.
Quando estiver mais descansada e organizar as fotografias mostro mais do que vi.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
FROM RUSSIA WITH LOVE
quinta-feira, 29 de julho de 2010
TOMATES
Tenho uma amiga que diz que no tempo da tomateira não há ruim cozinheira.
Eu continuo a consumir doses industriais de tomates, usando-os em tudo, para ver se dou gasto à produção da horta.
Quando era pequena e iamos de férias para Trás-os-Montes, a minha mãe fazia-me tigelas enormes de tomate esmagado para o lanche. Eram tomates corados, honestos, saborosos. Dizia que tinham vitaminas e que me faziam bem. Eu até gostava mas, lá para o fim da dose, começava a enjoar-me e no fim do Verão já nem podia ver tomates à frente.
Cresci e, durante uns anos, andei zangada com os tomates.
Talvez, também, porque deixaram de ter o sabor verdadeiro a tomate. Hoje, totalmente reconciliada com a espécie, como-os desde o pequeno almoço até à ceia. Há lá melhor do que um tomate recém colhido, lavado, rachado em gomos e temperado apenas com sal?
Fecho os olhos e sinto-me transportada outra vez à infância, de bibe às cores e chapéu de palha, sob a luminosidade estonteante do Verão transmontano, correndo pelo pó dos caminhos, na plenitude dos meus dias .
Bom e deixo-vos mais um congro estufado, desta vez com a particularidade de lhe ter acrescentado uns raminhos de estragão que lhe deram um excelente paladar.
CONGRO COM TOMATE E ESTRAGÃO
Estalei uma cebola e 2 dentes de alho num fundo de azeite. Acrescentei dois bons tomates pelados, mexi, acamei o peixe e temperei com sal, malagueta,louro, raminhos de estragão e uns borrifos de vinho branco.Deixei apurar de tacho tapado. No fim polvilhei com salsa e servi com batata cozida.
E, claro, uma salada de tomate e cebola.
Eu continuo a consumir doses industriais de tomates, usando-os em tudo, para ver se dou gasto à produção da horta.
Quando era pequena e iamos de férias para Trás-os-Montes, a minha mãe fazia-me tigelas enormes de tomate esmagado para o lanche. Eram tomates corados, honestos, saborosos. Dizia que tinham vitaminas e que me faziam bem. Eu até gostava mas, lá para o fim da dose, começava a enjoar-me e no fim do Verão já nem podia ver tomates à frente.
Cresci e, durante uns anos, andei zangada com os tomates.
Talvez, também, porque deixaram de ter o sabor verdadeiro a tomate. Hoje, totalmente reconciliada com a espécie, como-os desde o pequeno almoço até à ceia. Há lá melhor do que um tomate recém colhido, lavado, rachado em gomos e temperado apenas com sal?
Fecho os olhos e sinto-me transportada outra vez à infância, de bibe às cores e chapéu de palha, sob a luminosidade estonteante do Verão transmontano, correndo pelo pó dos caminhos, na plenitude dos meus dias .
Bom e deixo-vos mais um congro estufado, desta vez com a particularidade de lhe ter acrescentado uns raminhos de estragão que lhe deram um excelente paladar.
CONGRO COM TOMATE E ESTRAGÃO
Estalei uma cebola e 2 dentes de alho num fundo de azeite. Acrescentei dois bons tomates pelados, mexi, acamei o peixe e temperei com sal, malagueta,louro, raminhos de estragão e uns borrifos de vinho branco.Deixei apurar de tacho tapado. No fim polvilhei com salsa e servi com batata cozida.
E, claro, uma salada de tomate e cebola.
domingo, 25 de julho de 2010
FÉRIAS
E vivam as férias que finalmente começaram, muito bem por sinal, com um tempo de maravilha para dar uns mergulhos e não fazer mais nada!
Comidinha simples, chegou o tempo dos churrascos acompanhados dos legumes fresquinhos da horta. Tomates que sabem a tomates, vagens com sabor a vagens, pimentos do Pádron,"uns pican outros non", tudo regado de bom azeite, limão e tomilho, acabados de colher.
Comidinha simples, chegou o tempo dos churrascos acompanhados dos legumes fresquinhos da horta. Tomates que sabem a tomates, vagens com sabor a vagens, pimentos do Pádron,"uns pican outros non", tudo regado de bom azeite, limão e tomilho, acabados de colher.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
BASKET FLOWERS
sexta-feira, 16 de julho de 2010
MARÉS VIVAS
MARÉS VIVAS, tão vivas que as ondas de som do festival entram-me pela casa dentro e não há fuga possível. Como estou cá no alto do outro lado do rio...
É verdade, ouço os concertos todos sem pagar bilhete. Essa é a parte boa porque a má, é que começo a ouvir música às 10h da manhã e só acaba às 6h da madrugada do dia seguinte. Pois, três dias!
Já não tenho idade para tanta noitada seguida, ehehehe!
É verdade, ouço os concertos todos sem pagar bilhete. Essa é a parte boa porque a má, é que começo a ouvir música às 10h da manhã e só acaba às 6h da madrugada do dia seguinte. Pois, três dias!
Já não tenho idade para tanta noitada seguida, ehehehe!
domingo, 11 de julho de 2010
3 - 0
Não. Não é a previsão do resultado da final do mundial, não senhor.
Bordados -3, Férias - 0, é a isso que me refiro.
E o quarto bordado já vai meio feito também...
Pelos vistos a Sandra é que tem bons palpites, com um bocado de jeito ainda acabo os bordados antes das férias começarem, ehehehe!
Bordados -3, Férias - 0, é a isso que me refiro.
E o quarto bordado já vai meio feito também...
Pelos vistos a Sandra é que tem bons palpites, com um bocado de jeito ainda acabo os bordados antes das férias começarem, ehehehe!
As mãos? Não, ainda não estão boas mas acho que a água da piscina, com o cloro e o resto, lhes têm feito bem. Quem diria...?
Já não tenho aquelas gretas abertas, as peles estão mais finas e estão mais secas.
De qualquer maneira na terça vou a outro dermatologista.
Já não tenho aquelas gretas abertas, as peles estão mais finas e estão mais secas.
De qualquer maneira na terça vou a outro dermatologista.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
BOLO DE BANANA
Ficou-me na retina aquela bela fotografia, achei-o apetitoso e não resisti a experimentá-lo.
Ficou muito fofo e saboroso.
Não estamos habituados ao travo da banana em bolos e o primeiro impacto foi de estranheza mas logo, logo nos habituamos e foi repetida a dose, ehehehe!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
MAIS UM...
quinta-feira, 1 de julho de 2010
AS SAUDADES QUE EU JÁ TINHA...
O primeiro está bordado!
As férias ainda não chegaram mas eu não consegui resistir...
De certa forma serviu para amenizar tanto relatório!
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