Mostrar mensagens com a etiqueta cogumelos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cogumelos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 26 de outubro de 2008

JAVALI COM CASTANHAS

O ano passado tive o prazer de comer num dos restaurantes que mais me marcou pela delicadeza e sabor da sua cozinha. Estou a falar de « La truffe noir» em Bruxelas, de Luigi Ciciriello. Poucas mesas, por reserva, atendimento personalizado, acompanhado sempre pelo próprio proprietário e com a trufa presente em todos os pratos. Divinais, subtis, cozinhadas ou apenas raspadas, brancas, negras, castanhas consoante o objectivo do prato.
Alguns molhos eram preparados ao lado da mesa mas salvaguardando o segredo, como me aconteceu a mim que, curiosa, não despegava os olhos de todos o ingredientes que eram preparados à minha frente e que no final do molho, Liugi educadamente protegeu interpondo-se entre mim e a mesa de apoio, onde ele próprio o preparava.
E vem isto tudo a propósito de quê?
Do meu almoço!
Preparei um lombo de javali, mas não tendo trufas e por falta delas, cozinhei-o com castanhas e cogumelos.
De véspera preparei o líquido em que costumo marinar esta carne.
Levei a lume brando vinho tinto, só para aquecer, sem ferver. Juntei-lhe 4 dentes de alho, 2 cabeças de cravinho, uma colher de grãos de pimenta rosa, uns raminhos de salsa, outro de alecrim, outro de tomilho e 2 folhas de salva. Depois de frio reguei a carne com todos os ingredientes e deixei-a a marinar toda a noite.


Hoje, coloquei azeite a cobrir o fundo de um tacho, piquei cebola e fritei ligeiramente a carne.
Acrescentei as castanhas e os cogumelos ( não encontrei dos frescos em nenhum supermercado da zona, por isso tive que usar dos de lata). Reguei com parte do líquido, sem as ervas, rectifiquei o sal e acrescentei um pouco de água. Tapei e deixei estufar.

Servi acompanhado com batata cozida ( para o meu marido), eu como sou pouco apreciadora de batatas, comi acompanhado de arroz malandrinho de penca.

Estava óptimo mesmo sem trufas e as imagens não conseguem dar-vos a noção nem do sabor nem do perfume que se espalhou pela cozinha. Bom domingo.



quarta-feira, 30 de julho de 2008

TARTE DE PÊSSEGOS

Hoje ao almoço era só eu e a filhota, foi uma festa ... vegetariana, claro!
Today it was only me and my daughter to lunch ... It was a vegetarian party, of course!




E talvez por ter dito tão mal dela, a net super mega rápida, levou-se de brios e deixou-me passar as fotos para o blog, não vão centradas nem nada,mas já é bom.
Em cima vêem-se os nossos pratinhos :) com um belo de um esparguete, 50 cm de comprimento, 8 min de cozimento cobertos de berinjelas, tofu, cogumelos, pimento, cebola e alho, salteados no wok com um fio de azeite. Juntamos azeitona preta fatiada, muuuuiiiiito parmegiano ralado e mangericão picado!
A tarte, foi para aproveitar uns pêssegos caídos da árvore, já tocados. Ficou deliciosa e sem muito trabalho.
Forra-se a tarteira com 1 rolo de massa folhada fresca,comprada (estou de férias), pica-se com um garfo e reserva-se. Levam-se os pêssegos descascados e cortados aos bocados grossos ao lume com 4 colheres de açucar e deixam-se cozer, eles largam sumo que faz calda com o açucar.
Enquanto cozem, leva-se meio litro de leite com 2 colheres de maizena e uma casca de limão ao lume lento, mexendo até fazer um creme ao qual se junta 2 gemas de galinha feliz ( olhem só para aquele amarelinho da tarte e digam lá que as minhas galinhas, aqui na quinta, não são super felizes?!).
Deita-se o creme na tarteita, sobre a massa folhada, por cima coloca-se com jeito o pêssego e rega-se com a calda. Vai ao forno até a massa estar cozida e tostadinho o recheio.