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domingo, 7 de abril de 2013

FOLAR ATRASADO

Esta Páscoa sentia-me inspirada e descansada, depois da ida à Suiça,e resolvi meter a mão na massa e fazer um folar. Estava excelente, a massa fofa e húmida, as carnes caseiras a dar um sabor a fumo e a Trás-os-Montes. Toda a gente se encheu e consolou. 
A receita já a tinha deixado aqui.
Como sobraram carnes acho que vou fazer outro...fora de época é que eles sabem melhor.



sábado, 10 de novembro de 2012

COOKIIIIIIIIIIIIIIIIIIIES!

Vi no blogue da Gina umas bolachas que me seduziram pelo aspecto e que me pareceram deliciosas, por isso resolvi experimentá-las já que o tempo está de chuva e frio, propício a estar na cozinha.


A receita e a foto das bolachinhas, depois de prontas, podem ver no blogue da Gina aqui.
Na verdade, depois de irem ao forno, cada um começou a provar e a tirar mais uma, que nem deu tempo a fotografar! Bom sinal.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

DONUTS

Cá em casa todos gostamos bastante de donuts, dos comprados claro, porque até agora nunca os tinha experimentado fazer.
Já tinha pensado várias vezes nisso mas depois de ler as receitas em que era preciso levedar a massa, depois fazer bolinhas, cortar-lhes o centro, levedar outra vez e fritá-los, desistia logo da ideia.
Além de que os fritos não me seduzem muito.
Hoje ao arrumar umas coisa num dos armários da cozinha surgiram-me umas formas esquecidas, para fazer donuts, que uma amiga me deu há já  uns anos, e dentro da caixa estava também um folheto com as receitas. 
Nem esperei mais tempo, fi-los de imediato.
Não são bem parecidos com os que compramos, a textura não é tão fina, mas são bem saborosos e toda agente cá em casa gostou e aprovou. 


DONUTS DE LIMÃO

2 chávenas de farinha 
1/2 colher de chá de sal
1 chávena de açúcar
2 ovos
1 chávena de leite
raspa de limão
1 colher de sopa de margarina
2 colheres de sopa de fermento

Pré-aquece-se o forno a 250º.
Untam-se as formas (e polvilhei a 2ª rodada com farinha)
Numa tigela grande misturam-se a farinha, o sal e o fermento juntando depois todos os outros ingredientes e mexendo muito bem.
Coloca-se a massa nas formas e vai ao forno durante 10 minutos.
Ainda quentes passei-os numa mistura de açúcar de confeiteiro com açúcar normal e um pouco de canela.

Quando os voltar a repetir, vou experimentar reduzir a quantidade de sal e de fermento. Quem preferir pode substituir o limão por uma colher de extracto de baunilha. Rende 12 donuts grandes.


sábado, 7 de abril de 2012

FOLAR

Pela Páscoa, a minha família costumava rumar ao norte, até Trás-os-montes, bem perto da raia fronteiriça para passar uns dias de descanso.
Este ano, por uns motivos e outros, ficamos aqui pelo Minho, na minha quinta, a família reunida e num clima mais ameno.
No entanto a nostalgia e a tradição deixam as suas marcas e comecei a lembrar-me que na sexta-feira santa faziam-se sempre os folares, salgados e com carne, não doces como no centro e sul. 
Passávamos o dia no" forno", onde eram amassados em masseiras de madeira, grande quantidade de folares, para darem para muitos dias e para trazer para a família.
Aquecia-se o forno a lenha e seguiam-se todos os passos religiosamente. Ao fim da tarde, tinhamos os folares que só podiamos provar no dia seguinte, já que na sexta não se comia carne!
Vai daí, resolvi seguir os passos tantas vezes observados e fazer uns folares no forno eléctrico. Tenho forno a lenha aqui na cozinha mas sinceramente dá muito trabalho e domino mal a temperatura portanto resolvi não arriscar e deixar tudo queimado.
Ficaram óptimos, na mesma, e como as carnes estavam bem fumadas, o sabor é igual aos que comia na aldeia.
A quantidade indicada, é  para um folar grande mas como cortei muitas carnes e a massa cresceu muito, deu para o grande e para um mais pequeno e baixo, que se vê ao lado.



FOLAR

1kg de farinha
12 ovos+ 1 gema
350 gr de gorduras(150gr de manteiga, 150 de banha 50 de azeite)
30gr de fermento de padeiro
carnes variadas cortadas aos pedaços ( presunto, salpicão e chouriço)

Peneira-se a farinha com um pouco de sal fino para um alguidar, faz-se uma cova no meio.
Desfaz-se o fermento de padeiro em 0,5 dl de água tépida, deita-se na cova da farinha e vai-se envolvendo nela.
Colocam-se os ovos inteiros, com casca, numa tina com água morna e alguns minutos depois vão-se abrindo para dentro da farinha, trabalhando-a a partir do centro.
Juntam-se as gorduras derretidas à massa e continua-se a trabalhar até estar uma massa fina que se vai batendo até se descolar do alguidar. A massa considera-se bem batida quando à superfície começam a aparecer umas bolhas.
Polvilha-se então com farinha e deixa-se levedar em lugar aquecido, embrulhada num cobertor, durante 2 horas.
Ao fim desse tempo, divide-se a massa em três partes e colocam-se num tabuleiro ou forma redonda, untada, alternando camada de massa com carnes e aconchegando bem a massa dos lados para unir os bordos.
Deixa-se levedar de novo até aparecerem bolhinhas, pincela-se com a gema restante e vai ao forno bem quente durante 45 min.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

TEA TIME

Apeteceram-me scones!
Daqueles ataques súbitos.
Eu que já não fazia scones há séculos tratei logo de ir para a cozinha já que as 5h  se aproximavam.
Quase nunca lancho, já sei que é errado e que devia comer pouco e várias vezes, mas hoje, os scones  com manteiga e doce de framboesa, acompanhados de chá de jasmim, souberam mesmo bem!


A receita é da Vaqueiro, como sempre modificada à minha moda.

SCONES

500 g de farinha,  1 colher de chá de sal (deitei menos), 1 colher de sopa de fermento em pó ,  5 colheres de sopa de açúcar  (só deitei duas), 40 g margarina  (deitei 140g), 1 chávena de leite,  1 ovo (grande) Liga-se o forno e regula-se para os 180°C. 

 Numa tigela mistura-se a farinha com o sal, o fermento e o açúcar. Derrete-se a margarina  no micro ondas, ou sobre o lume, com o leite. Abre-se uma cavidade no meio da farinha e deita-se aí a margarina derretida com o leite e o ovo. Mexe-se rapidamente com uma colher de pau até os ingredientes estarem ligados. Deita-se a massa em montinhos, com a ajuda de uma colher ou fazendo bolinhas com as mãos, sem amassar (como eu fiz), sobre um tabuleiro de forno polvilhado com farinha e cozem-se durante 10 a 15 minutos no forno.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

MACARONS DE BAUNILHA E DOCE DE LEITE


Hoje resolvi experimentar os macarons comuns, feitos com farinha de amêndoa.
Muito sinceramente prefiro os outros que fiz de avelã, o sabor é mais intenso e são mais crocantes.
O sabor da amêndoa dilui-se em tanto açúcar e quase nem se nota a baunilha.Usei para recheio doce de leite o que os tornou umas verdadeiras bombinhas de açúcar.
Pelo menos agora já sei que quando os quiser fazer será sempre de avelã.
A receita foi novamente copiada do blogue da Cláudia  que é sempre muito exacta e precisa nas explicações que dá, troquei foi o recheio.

sábado, 28 de janeiro de 2012

MACARONS

Há sempre uma primeira vez para tudo e é empolgante quando tentamos realizar o que sonhamos, delineamos ou decidimos experimentar. Depois, podemos ou não repetir.
Às vezes não voltamos a repetir, não porque tenha dado trabalho ou não tenhamos gostado do resultado mas sim porque o que nos aliciou foi o desafio às nossas capacidades e depois de vencido já não "dá pica".
Tenho uma amiga assim,que gosta de experimentar fazer tudo uma 1ª vez, depois ensina aos outros que a rodeiam, para que também façam, mas ela desliga-se.

Isto tudo porque andava há imenso tempo com vontade de fazer macarons.
Acho até que já tinha dito aqui que me iria lançar nessa aventura.O facto é que, comigo, tudo tem um tempo certo para se realizar e eu ainda não tinha encontrado esse "timing".


Foi inspirada na receita da Cláudia, que me lancei na aventura.
Saltei a parte de torrar e moer as avelãs e usei avelãs já moídas (sobras do Natal). Claro que as peneirei muito bem com o açúcar de confeiteiro, na mesma.
Em vez do creme de leite todo "XPTO" que ela usou, eu fiz um doce, com pouco açúcar, com as minhas framboesas da quinta (que tenho congeladas) e usei-as para ligar os macarons. Achei que eles já são suficientemente doces e usei a framboesa por pensar que, com a sua acidez, ligaria muito bem. Acertei.


Foi uma excelente maneira de experimentar, também pela 1ª vez, o saco de pasteleiro em silicone, que a minha filha me ofereceu, aqui há tempos. Funcionou muito bem e sem a sujeira do costume, que faço com o outro, por falta de jeito.

Ficaram muitíssimo bons, o problema mesmo é parar de os comer, e nem deram tanto trabalho como eu pensava que dariam. Vou repetir com certeza.
Experimentem! Há sempre uma primeira vez para tudo...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

CUPCAKES

Fazer cupcakes é viciante!
Depois de experimentarmos, queremos sempre melhorar a perfomance, testar novos sabores, variar a decoração, etc.
Fiz mais uns, de baunilha com cobertura de sabor limão e formas roxas às bolinhas. Ficaram mais bonitos ao natural do que na foto pois o amarelo e o roxo contrastavam e a cobertura condizia com as bolinhas brancas.
A receita base tirei-a daqui mas fiz alterações, como de costume, e a cobertura é uma antiga para bolos porque acho as de manteiga super calóricas e pesadas (embora de melhor efeito), além de que os bolinhos já levam muita (demais!).


CUPCAKE

1 1/2 chávena de açucar
300gr de manteiga
3 ovos
2 chávenas de farinha
1 chávena de leite
10 gotas de extrato baunilha
1 colher de sobremesa de fermento
1 colher de café de bicarbonato

Bate-se a manteiga com o açúcar até ficar cremoso e juntam-se os ovos, um a um.
Acrescenta-se o extrato de baunilha seguido da farinha já com o fermento e o bicarbonato misturados e envolve-se tudo bem.
Junta-se o leite até ficar uma massa homogénea.
Deita-se em forminhas e vai ao forno 20 min a 180º C.

COBERTURA

4 claras
1 chávena de açúcar de confeiteiro
1 c. sopa de sumo de limão

Batem-se as claras em castelo com um terço do açúcar e depois de terem subido, acrescenta-se aos poucos o resto do açúcar e, por fim, as gotas de limão. Mete-se num saco de pasteleiro e enfeitam-se os cupcakes já frios. Acrescentei umas raspas do vidrado do limão.

Huuuuuummmmmmmm! Que saborosos!

terça-feira, 12 de julho de 2011

"GROUPIR"

É como lhe chama, jocosamente, o meu marido!
Na verdade nunca se reuniu tanto como nos dias que correm. Está na moda!
Reunir dá fome.
Foi o que me aconteceu hoje após 3h de reunião, vinha no carro a pensar numa bela bruschetta com tomate e mozzarella para o lanche. Infelizmente já não havia portanto foi na base do improviso e do que havia no frigorífico.


Pão rústico cortado longitudinalmente, torrado no grelhador (no fogão sabe melhor do que na torradeira), esfregado com alho e regado com azeite,cogumelos grelhados e fiambre. Polvilhei com muito queijo Grano Padano e pimenta. Nada mau.

Groupir! Pfff. Nunca reuni tanto como este ano!